Por Zachary
Eu estava chocado com a história dela, não sabia que havia sido tão trágica, em alguns momentos lágrimas corriam pelos meus olhos também, não sabia que ela havia ficado tão mal, e definitivamente eu não a conhecia muito bem.
"E...essa foi a miha vida." ela disse em meio a lágrimas
"Eu sinto muito." eu disse soluçando
"Tudo bem." ela sorriu, só que eu sabia que naquele sorriso...ela estava sentindo dor, se eu mesmo fiz isso quando minha mãe morreu, então por meio de um impulso a abracei, abracei muito forte, bem apertado, e como ela estava sensibilizada, ela colocou a cabeça no meu peito e chorou mais ainda. De alguma forma, ver ela com a cabeça no meu peito, me deu uma sensação diferente, uma sensação boa, como nunca tinha sentido antes, me dava arrepios, não queria ver ela chorando, doía ver ela assim, doía muito, doía no peito ver ela chorando, então ela tirou a cabeça do meu peito, eu segurei seu rosto com as duas mãos e limpei suas lágrimas com o meu polegar e fui descendo até chegar em seus lábios, eu olhava fixamente para eles que estavam entreabertos, percebi que ela também estava olhando para minha boca. olhei nos olhos dela e depois olhei para a boca de novo, e passei o dedo pelo lábio dela, eram tão vermelhos e lindos, senti que eu estava ofegando, estava com a respiração acelerada, queria beijá-la, e por mas que eu tentasse me afastar, eu não ia conseguir, ela estava perto demais...nós eramos como um bomba em contagem regressiva, como se a qualquer momento fossemos explodir...era como: 3...2...1! Eu a beijei de uma forma tão avassaladora que suas mãos foram para no meu cabelo desalinhando-o todo, uma de minhas mãos estava em sua nuca e a outra estava em seu rosto, minha língua invadiu a sua boca em uma briga, estava tão envolvido que não queria sair dali nunca mais, ficamos ali por mais longos minutos, estava tão bom...mas...já estávamos sem ar, então nos separamos e juntei testa com testa afim de ver seus olhos, nossas bocas se juntaram de novo. Nunca havia me sentido assim com ninguém antes, uma explosão praticamente parou o meu cérebro,eu estava gostando da companhia dela e isso era raro. Depois de mais longos minutos nos soltamos e nos separamos, olhamos fixamente nos olhos, provavelmente procurando uma resposta para o que havia acabado de acontecer ali. Fui o primeiro a pedir perdão
"Me desculpa... eu...eu, não queria fazer isso, eu...,Percebi também que estava estragando aquele momento. Me desculpe..."
"Tudo bem, acho que...isso foi um erro de nós dois, não se culpe ok"? Fiquei em silêncio, estava sentindo uma dor...uma dor que não era comum para mim, aquelas palavras de alguma forma, me machucaram, eu realmente queria aquilo, eu quis aquele momento, só não estava certo ou consciente se ela queria também, o que realmente não faz sentido, eu conheci ela hoje, como foi que isso aconteceu? Só que...aquela sensação foi forte demais, foi tão forte quanto eu, foi muito maior do que uma vontade. Não acredito que acabei de dizer isso, acho que é melhor, eu esquecer que isso aconteceu...afinal, eu não queria nada com ela, pelo menos acho que não.
"Talvez, seja melhor, nós nos esquecermos disso", ela disse
"Pode acreditar, eu nunca vou esquecer disso." falei da boca pra fora, mas, de verdade, nem a minha alma conseguiria esquecer aquilo...eu minca havia beijado ninguém daquela forma...de qualquer forma, eu gostei e muito.
"Um de nós tem que esquecer."
"Então vai ser você, porque, eu não vou cosenguir, não tão fácil." ela me encarou surpresa e eu sorri
"Gostei muito da sua história, mexeu muito comigo, ainda mais agora que eu te conheço melhor." eu disse e ela sorriu
"Pois é, você teve sorte, agora eu sei que você também não fica com qualquer uma que tenha vagina." ela disse e eu ri
"Pois é...agora, você também me conhece." um silêncio se abateu, nenhuma de nossas almas ousava a fazer qualquer tipo de barulho, mas, a única coisa que eu pude captar ali foram...nossas respirações, estávamos em plena sincronia, e eu estava me sentindo...no paraíso.
"O que você acha de sermos amigos?" ela disse sorrindo
"Podíamos tentar..." falei concordando
"A partir de hoje, você pode me chamar apenas de Zac...só meus amigos me chamam assim."
"Bom, e você, pode me chamar de Vanessa ou Luna."
"Luna, por que Luna?" perguntei sem entender.
"Bom, é que...me costumam chamar assim, porque dizem que meu sorriso brilha como a Lua, ridículo não é?"
"Não, nem um pouco, eu achei esse nome muito bonito, quem deu ele pra você?
"Minha mãe - ela ficou triste de novo - sempre antes que eu fosse dormir, minha mãe e eu ficávamos olhando para o céu, vendo as estrelas, eu particularmente amo isso...e principalmente sabendo que minha mãe virou uma estrela...agora, eu posso olhar pra ela todos as noites, talvez esperando que um dia, ela possa me ajudar, e ajudar o meu pai também." ela disse e eu senti meu rosto ficar molhado, molhaod por lágrimas, eu estava chorando, realmentee eu estava muito emocionado.
"Você está chorando?" ela perguntou sorrindo
"Me perdoe, mas é que...me deixou emocionado, me desculpe."
"Não, está tudo bem, eu também fico assim as vezes, é muito triste me lembar disso...mas, eu ainda tenho meu pai, nos dois gostávamos de você..."
"Como assim?"
"Bom por exemplo, você é ator, e também fotógrafo, você sempre aparecia na televisão, e nós gostávamos de te assistir, era muito bom."
"Obrigado, aliás, vocês parecem os únicos que gostam de mim."
"Não acho que seja o caso...mas eu acho que é assim, que esse mundo quer que você pense."
"Como assim?" falei ainda sem entender.
"Bom, se eu fosse suas fãs ou fotógrafos ou paparazzi, ou uma pessoa da mídia, ia querer que você ficasse afastado de todos, porque de você está sozinho...é menos ameaçador." ela sorriu e eu também, depois ficamos em silêncio e voltamos a olhar a vista, mas, eu não conseguia tirar os olhos dela.
No Mundo da Fama
Wednesday, January 18, 2017
Thursday, January 5, 2017
Capítulo Oito
Por Vanessa
Depois que saí de perto dele começei pensar, a pensar muito no que ele disse, era praticamente impossível de acreditar que ele seria capaz de mudar algum dia, era impossível de acreditar que ele iria ser diferente, e era impossível de acreditar que ele iria ganhar...peraí? Eu ainda não havia apostado com ele, seria um grande chance de comprovar minha vitória, afinal sabia que ele iria perder mas, mesmo assim queria ver ele se dando mal, queria ver ele perdendo, só por diversão, resolvi aceitar aquela aposta. Saí do meu canto e fui até ele para conversar. Assim que parei do lado, ele olhou pra mim por alguns segundos, mas, depois voltou a olhar a vista.
"Quero conversar com você." eu disse
"Olha, se for para me insultar ou brigar, não obrigado querida, eu passo." ele disse tão frio e seco, que tive vontade de chorar, mesmo sem ter porque, me controlei, sabia que ele estava me provocando, ele me olhou e sorriu de canto, então resolvi ir direto ao ponto.
"Olha, eu só vim pra dizer que...eu aceito a aposta". Disse sem desculpas e sem insultos, apenas disse o que eu queria.
"Sabia que você ia acabar aceitando, e como eu disse, pode escrever em um papel: eu não vou perder e quando eu ganhar, você vai me mostrar esse papel e vou assim dizer que você estava totalmente errada."
"Quero só ver."
"Pode acreditar, você vai se surpreender." ele falava com tanta confiança que eu quase cedia, mas, não ia me deixar levar, ele tinha que demonstrar isso.
"Que tal a gente começar agora." eu sorri e ele também.
"Como assim?"
"Se você quer me provar que é diferente, me conte sobre você, só assim eu posso acreditar." ouvi ele soltar a respiração pesada, era tão pesada que eu podia sentir ela no meu peito, parecia que ele não queria contar, quando pensei em desistir ele disse:
"Tudo bem, você venceu, ele suspirou de novo. bom, eu nasci nos Estados Unidos, sou americano, que sorte não? Em San Luis Obispo na Califórnia passei os melhores e piores momentos da minha vida, e quando digo piores, foram os piores mesmo, aos meus 4 anos tive que aprender a dividir meu espaço com meu irmão Dylan, que é o melhor irmão do mundo, só que desde muitos anos, que eu não vejo mais ele, enfim aos meus 11 começei a fazer teatro, sendo o que eu sempre gostei não era atuar e sim: fotografar só que meus pais nunca me apoiavam nisso, eles achavam que eu era bom em esportes e atuação, só que eu não achava. Eu costumava a pegar minha câmera, que ficou guardada no armário por muito tempo, cheia de pó, e então pensei: "por que não faço alguma coisa com ela". Foi ai que me veio a idéia de começar a tirar fotos de mim e de outras coisas que eu achasse bonito, e foi assim que eu fiz, por toda a minha vida...até hoje eu faço isso, se você não sabe. Sempre que eu terminava de tirar, eu guardava em um álbum de fotos que meus pais haviam me dado, e nunca mostrava a ninguém, nem para o meu próprio irmão, guardava para mim, porque eu me imaginava vendo isso daqui alguns anos, e achei que seria legal. Aos meus 13 meus pais se separaram e naquela época havia sido demais para todos nós, principalmente eu e meu irmão, meu irmão ainda era uma criança de 9 anos, e foi assim que seguimos, com meu pai indo nos visitar a cada quize dias e tal. Quando fiz meus dezessete anos, eu sai da casa dos meus pais e fui morar sozinho mas, também recebi a pior notícia da minha vida para tomar essa decisão."
"O que aconteceu?" falei já interessada pela história
"Bom....minha mãe, infelizmente, não está mais com a gente." ele dizia com a voz embargada
"Oh Meu Deus...eu sinto muito, de verdade."
"Tudo bem...bom, continuando, depois que minha mãe veio a falecer, começei a carreira de ator que meus pais tanto queriam mas, só tinha um detalhe: eu não estava fazendo isso por mim...estava fazendo isso por ela, ela sempre me dizia que eu ia ser uma astro e, eu não acreditava porque nunca pensei em chegar até aqui, continuei seguindo minha vida e meu irmão continuou morando com meu pai, quando fiz vinte anos, eu resolvi criar meu próprio estúdio de fotos, já que era o meu sonho e não tinha ninguém para me impedir, assim que o criei, tive que me esforçar para poder trabalhar com ele e ser ator ao mesmo tempo, só que teve um dia que eu não aguentei mais toda aquela adrenalina, então quando cheguei ao estúdio meu amigo de infância o Scott, me deu uma notícia maravilhosa, que eu tinha recebido um convite para morar na Itália, foi a melhor notícia que eu recebi na vida e tinha ficado ainda melhor quando descobri que meu pai havia organizado aquilo pra mim, então viajei nove horas de avião, e agora estou navio com uma garota extremamente linda que acha que eu sou um idiota que fica com qualquer uma que tenha uma vagina." ele disse e eu sorri e me senti corada, e ele sorriu também, eu estava surpresa, não sabia que ele tinha passado por tudo isso, estava realmente surpresa.
"Uau...não sabia disso tudo."
"Pois é, eu disse que você não me conhecia bem."
"É...você tem razão."
"Agora me conte sobre você...quem sabe, também não te conheço melhor." ele disse com um sorriso encantador, que me fez super bem, era até melhor eu contar para ele agora do que mais tarde, só pra ele me conhecer melhor.
"Ok, dei um suspiro também. bom, eu também nasci nos Estados Unidos, acho que já te contei isso. Em Salinas, uma cidade da Califórnia, também tive os melhores e piores momentos e experiências da minha vida...eu não sou completamente americana, eu sou descendente de várias nacionalidades, então chegando a conclusão disso tudo, eu sou latinoamericana."
"Por isso você é tão atraente." ele susurrou
"O quê?"
"Não nada, continue."
"Ok, depois de um longo tempo, também tive que aprender a dividir meu quarto com minha irmã Stella, depois que vim pra cá, nunca mais a vi. Quando eu fiz 11 anos, também começei a estudar teatro, só que eu também não gostava de atuar, gostava de fotografar, não qualquee coisa, eu gostava de fotografar pessoas, pessoas qque realmente me importavam, nunca tirei um foto minha, muito provavelmente por vergonha que eu sentia, porque eu era horrível naquela época."
"Desculpa eu tenho que falar isso, você é linda." eu senti aue estava mudando de cor, minhas bochechas estavam ficando vermelhas, e ele estava sorrindo, não tive a opção senão sorrir.
"Obrigada, só que eu não me achava, ais meus olhos eu era ridícula."
"Só que aos meus olhos, você não é." um silêncio se fez, naquele local, não entendia o que estava acontecendo comigo, nem sei o que sinto quando estou perto dele.
"Bom, mesmo assim, não quis arriscar, então continuei a tirar fotos das pessoas, nunca de mim. Fiquei até meus vinte anos na atuação, só que eu já estava cansada, cansada de paparazzi, autógrafos, correria pra lá e pra cá, não estava aguentando mais nada, então, eu resolvi desistir da minha carreira, e vim aqui na Itália, assim que coloquei os pés aqui, recebi más notícias, aquela notícia foi tão má, que achei que eu iria infartar."
"O que aconteceu!" ele perguntou desesperado
"Minha mãe veio a falecer, falei em meio a duas lágrimas grossas que desciam do meu rosto. um dia antes de acontecer isso, ela me deu um broche, que ela havia ganhado quando era menina, e me disse para que eu sempre levasse a qualquer lugar, só assim, eu estaria protegida. Fiquei praticamente 8 meses em depressão, não saía, não conversava e também não via ninguém, isso explica o fato de estar magra. Quando cheguei a pensar que era a minha vez de partir, eu conheci uma pessoa, uma pessoa que me ajudou muito nesses anos, o nome dela era Ashley Tisdale, ela mora aqui também, foi ela que me deu muita força, pra seguir em frente, principalmente quando recebi outra má notícia, realmente eu estava sem sorte, recebi a notícia de que meu pai tinha câncer, eu fiquei arrasada, não sabia o que fazer sa minha vida, e ainda com uma irmã pra cuidar - aquela altura, eu já estava com o rosto banhado de lágrimas, e acho que trouxe o mar para o barco de tanto chorar. Então, memso sabsndo de tudo, tive ajuda da minha melhor amiga de novo, e não cheguei a ficar em depressão, só um pouco triste. Aí, recebi finalmente um notícia boa, Ashley me convidou para morar com ela e estou indo pra lá agora em um barco, onde encontrei um cara, que achava que era idiota, que só ficava com qualquer uma que tenha vagina, só que eu estava errada e estou contando sobre minha vida para ele.
Depois que saí de perto dele começei pensar, a pensar muito no que ele disse, era praticamente impossível de acreditar que ele seria capaz de mudar algum dia, era impossível de acreditar que ele iria ser diferente, e era impossível de acreditar que ele iria ganhar...peraí? Eu ainda não havia apostado com ele, seria um grande chance de comprovar minha vitória, afinal sabia que ele iria perder mas, mesmo assim queria ver ele se dando mal, queria ver ele perdendo, só por diversão, resolvi aceitar aquela aposta. Saí do meu canto e fui até ele para conversar. Assim que parei do lado, ele olhou pra mim por alguns segundos, mas, depois voltou a olhar a vista.
"Quero conversar com você." eu disse
"Olha, se for para me insultar ou brigar, não obrigado querida, eu passo." ele disse tão frio e seco, que tive vontade de chorar, mesmo sem ter porque, me controlei, sabia que ele estava me provocando, ele me olhou e sorriu de canto, então resolvi ir direto ao ponto.
"Olha, eu só vim pra dizer que...eu aceito a aposta". Disse sem desculpas e sem insultos, apenas disse o que eu queria.
"Sabia que você ia acabar aceitando, e como eu disse, pode escrever em um papel: eu não vou perder e quando eu ganhar, você vai me mostrar esse papel e vou assim dizer que você estava totalmente errada."
"Quero só ver."
"Pode acreditar, você vai se surpreender." ele falava com tanta confiança que eu quase cedia, mas, não ia me deixar levar, ele tinha que demonstrar isso.
"Que tal a gente começar agora." eu sorri e ele também.
"Como assim?"
"Se você quer me provar que é diferente, me conte sobre você, só assim eu posso acreditar." ouvi ele soltar a respiração pesada, era tão pesada que eu podia sentir ela no meu peito, parecia que ele não queria contar, quando pensei em desistir ele disse:
"Tudo bem, você venceu, ele suspirou de novo. bom, eu nasci nos Estados Unidos, sou americano, que sorte não? Em San Luis Obispo na Califórnia passei os melhores e piores momentos da minha vida, e quando digo piores, foram os piores mesmo, aos meus 4 anos tive que aprender a dividir meu espaço com meu irmão Dylan, que é o melhor irmão do mundo, só que desde muitos anos, que eu não vejo mais ele, enfim aos meus 11 começei a fazer teatro, sendo o que eu sempre gostei não era atuar e sim: fotografar só que meus pais nunca me apoiavam nisso, eles achavam que eu era bom em esportes e atuação, só que eu não achava. Eu costumava a pegar minha câmera, que ficou guardada no armário por muito tempo, cheia de pó, e então pensei: "por que não faço alguma coisa com ela". Foi ai que me veio a idéia de começar a tirar fotos de mim e de outras coisas que eu achasse bonito, e foi assim que eu fiz, por toda a minha vida...até hoje eu faço isso, se você não sabe. Sempre que eu terminava de tirar, eu guardava em um álbum de fotos que meus pais haviam me dado, e nunca mostrava a ninguém, nem para o meu próprio irmão, guardava para mim, porque eu me imaginava vendo isso daqui alguns anos, e achei que seria legal. Aos meus 13 meus pais se separaram e naquela época havia sido demais para todos nós, principalmente eu e meu irmão, meu irmão ainda era uma criança de 9 anos, e foi assim que seguimos, com meu pai indo nos visitar a cada quize dias e tal. Quando fiz meus dezessete anos, eu sai da casa dos meus pais e fui morar sozinho mas, também recebi a pior notícia da minha vida para tomar essa decisão."
"O que aconteceu?" falei já interessada pela história
"Bom....minha mãe, infelizmente, não está mais com a gente." ele dizia com a voz embargada
"Oh Meu Deus...eu sinto muito, de verdade."
"Tudo bem...bom, continuando, depois que minha mãe veio a falecer, começei a carreira de ator que meus pais tanto queriam mas, só tinha um detalhe: eu não estava fazendo isso por mim...estava fazendo isso por ela, ela sempre me dizia que eu ia ser uma astro e, eu não acreditava porque nunca pensei em chegar até aqui, continuei seguindo minha vida e meu irmão continuou morando com meu pai, quando fiz vinte anos, eu resolvi criar meu próprio estúdio de fotos, já que era o meu sonho e não tinha ninguém para me impedir, assim que o criei, tive que me esforçar para poder trabalhar com ele e ser ator ao mesmo tempo, só que teve um dia que eu não aguentei mais toda aquela adrenalina, então quando cheguei ao estúdio meu amigo de infância o Scott, me deu uma notícia maravilhosa, que eu tinha recebido um convite para morar na Itália, foi a melhor notícia que eu recebi na vida e tinha ficado ainda melhor quando descobri que meu pai havia organizado aquilo pra mim, então viajei nove horas de avião, e agora estou navio com uma garota extremamente linda que acha que eu sou um idiota que fica com qualquer uma que tenha uma vagina." ele disse e eu sorri e me senti corada, e ele sorriu também, eu estava surpresa, não sabia que ele tinha passado por tudo isso, estava realmente surpresa.
"Uau...não sabia disso tudo."
"Pois é, eu disse que você não me conhecia bem."
"É...você tem razão."
"Agora me conte sobre você...quem sabe, também não te conheço melhor." ele disse com um sorriso encantador, que me fez super bem, era até melhor eu contar para ele agora do que mais tarde, só pra ele me conhecer melhor.
"Ok, dei um suspiro também. bom, eu também nasci nos Estados Unidos, acho que já te contei isso. Em Salinas, uma cidade da Califórnia, também tive os melhores e piores momentos e experiências da minha vida...eu não sou completamente americana, eu sou descendente de várias nacionalidades, então chegando a conclusão disso tudo, eu sou latinoamericana."
"Por isso você é tão atraente." ele susurrou
"O quê?"
"Não nada, continue."
"Ok, depois de um longo tempo, também tive que aprender a dividir meu quarto com minha irmã Stella, depois que vim pra cá, nunca mais a vi. Quando eu fiz 11 anos, também começei a estudar teatro, só que eu também não gostava de atuar, gostava de fotografar, não qualquee coisa, eu gostava de fotografar pessoas, pessoas qque realmente me importavam, nunca tirei um foto minha, muito provavelmente por vergonha que eu sentia, porque eu era horrível naquela época."
"Desculpa eu tenho que falar isso, você é linda." eu senti aue estava mudando de cor, minhas bochechas estavam ficando vermelhas, e ele estava sorrindo, não tive a opção senão sorrir.
"Obrigada, só que eu não me achava, ais meus olhos eu era ridícula."
"Só que aos meus olhos, você não é." um silêncio se fez, naquele local, não entendia o que estava acontecendo comigo, nem sei o que sinto quando estou perto dele.
"Bom, mesmo assim, não quis arriscar, então continuei a tirar fotos das pessoas, nunca de mim. Fiquei até meus vinte anos na atuação, só que eu já estava cansada, cansada de paparazzi, autógrafos, correria pra lá e pra cá, não estava aguentando mais nada, então, eu resolvi desistir da minha carreira, e vim aqui na Itália, assim que coloquei os pés aqui, recebi más notícias, aquela notícia foi tão má, que achei que eu iria infartar."
"O que aconteceu!" ele perguntou desesperado
"Minha mãe veio a falecer, falei em meio a duas lágrimas grossas que desciam do meu rosto. um dia antes de acontecer isso, ela me deu um broche, que ela havia ganhado quando era menina, e me disse para que eu sempre levasse a qualquer lugar, só assim, eu estaria protegida. Fiquei praticamente 8 meses em depressão, não saía, não conversava e também não via ninguém, isso explica o fato de estar magra. Quando cheguei a pensar que era a minha vez de partir, eu conheci uma pessoa, uma pessoa que me ajudou muito nesses anos, o nome dela era Ashley Tisdale, ela mora aqui também, foi ela que me deu muita força, pra seguir em frente, principalmente quando recebi outra má notícia, realmente eu estava sem sorte, recebi a notícia de que meu pai tinha câncer, eu fiquei arrasada, não sabia o que fazer sa minha vida, e ainda com uma irmã pra cuidar - aquela altura, eu já estava com o rosto banhado de lágrimas, e acho que trouxe o mar para o barco de tanto chorar. Então, memso sabsndo de tudo, tive ajuda da minha melhor amiga de novo, e não cheguei a ficar em depressão, só um pouco triste. Aí, recebi finalmente um notícia boa, Ashley me convidou para morar com ela e estou indo pra lá agora em um barco, onde encontrei um cara, que achava que era idiota, que só ficava com qualquer uma que tenha vagina, só que eu estava errada e estou contando sobre minha vida para ele.
Tuesday, January 3, 2017
Capítulo Sete
Por Zachary
Olha, vou contar um segredo, por mas que eu tentasse, não conseguia parar de olhar pra ela, ela tinha me deixado encantado, o que era raro para um cara como eu mas, eu não gosto dela, não mesmo, por dois fatores, primeiro ela é extremamente difícil e segundo eu não sou um desses caras que se apaixona
Ri do meu próprio pensamento, se apaixonar...nem sei o que é isso e não estava a fim de saber, tudo o que eu queria ela dominar aquela fera e eu iria conseguir, afinal, não me chamam de Zachary David Alexander Efron a toa, afinal eu sou o maior conquistador do mundo, acho que eu gosto de me gabar. O que mais me chamou atenção é que, sempre que eu olhava pra ela, ela retribuia, não entendo porque, e o que deixou ainda mais curioso é que, ela estava olhando fixamente para a vista, e também segurava aquele broche que eu consegui recuperar da maleta que caiu no mar, também não sabia porque...bom de qualquer maneira, estava feliz por ter feito uma boa ação, isso era uma das poucas coisas que eu fazia. Voltei a olhar para a vista também mas, sempre arrumava um jeito de olhar para ela. Passado mais algumas horas de viagem, resolvi olhar para ela de novo, e não fiquei muito surpreso, quando ainda a vi olhando para a vista, resolvi ir até lá e perguntar o que estava acontecendo....mas, eu pensei bem, pensei bem, e pensei mais um pouco...ótima idéia...que ótima idéia, fui até lá, parei do lado dela e...mesmo assim, ela não olhou para mim.
"Linda vista não?". Perguntei, ela olhou pra mim com uma cara de reprovação
"Eu ou a vista mesmo". Ela disse e eu sorri
"As duas. Ela me olhou de novo, dessa vez com cara de confusa. Quer dizer, desculpa não queria dizer isso, é...". Percebi que era melhor eu ficar calado, porque se eu continuasse, iria vir uma chuva de patada. Aquele silêncio já estava me perturbando, fazia mais de 5 minutos que estávamos assim. Eu queria saber o que estava acontecendo.
"No que você está pensando?"
"Que te importa?"
"Se eu não me importasse, não estaria perguntando". E resposta pegou ela de surpresa...e eu também fiquei surpreso, nunca pensei que fosse dizer isso, ela deu um suspiro e disse:
"Estou apenas aqui pra ver a água, sentir o mar...assim eu me sinto um pouco mais perto dos Estados Unidos". Enquanto ela falava fiquei observando atentamente, então ela é americana? Pensei que fosse italiana, bom está explicado porque ela é tão atraente....não estava prestando atenção em nenhuma palavra que ela dizia, apenas olhando e pensando.
"Zac...ZACHARY!!"
"Oi...oi..."
"Você me pergunta o que está acontecendo e depois não presta atenção!"
"Me desculpa, tá legal, é dificil me concentrar com você assim".
"Assim como?"
"Vestida assim". Ela olhou para baixo e viu que seu decote estava à mostra e que ela estava com uma micro saia
"Vindo de caras como você, não é surpresa você dizer isso".
"Como assim? Caras como eu?".
"Você jura que não sabe?. Assenti mesmo sabendo. Bom, então você deveria aprender a mentir melhor".
"Tudo bem...eu sei que tipo de cara sou eu mas, talvez eu possa mudar". Disse com um sorriso
"Acho meio impossível".
"Por quê?"
"Porque, caras como você nunca mudam." Um silêncio se abateu entre nós...de novo, por que ela acha que eu não posso mudar? Por quê? Eu iria mostra pra ela que estava errada, eu iria provar que não era verdade.
"Você quer apostar?"
"Pra que, se eu já sei que você vai perder". Falou com desdém
"Não grite vitória antes da hora, falei sério. Você não sabe o que está por vir."
"Sei, sim...e posso te garantir que você vai perder."
"Como é que sabe?"
"Eu já disse, caras como você não mudam nunca". Ela disse irritada
"Você nem me conhece!, eu exclamei, e aquela frase a fez calar a boca e, ela não disse mais nada, acho que eu havia pegado pesado ou falado alguma coisa que ela não gostou, pensei em pedir desculpas...e assim o fiz. Olha...me desculpa eu não...."
"Tá certo, eu não te conheço, ela me interrompeu. Mas conheço muito bem sua personalidade, você tem tudo o que quer, você tem fama, dinheiro, fãs que te amam, quer dizer, amam ter você, não precisa de mais nada, nem dessa aposta idiota, eu sei que você vai perder."
Depois daquilo, eu fiquei calado, não por medo mas sim porque ela tinha razão, eu sabia que ia perder, não sou de aço, não consigo ficar sem pelo menos umas três encima de mim, só que eu queria mostra para ela que estava errada, que eu não sou assim tão, "pegador", eu sei ser uma pessoa comum também.
"Olha - só queria que você soubesse que eu não sou, tanto quanto você pensa, eu quero essa aposta e você pode escrever: eu não vou perder".
"Haha, quero só ver."
"É sério...você não acredita não é?"
"Não mesmo, e nem quero acreditar, ok, já tive peoblemas demias por hoje, não quero mais um no meu caminho." ela saiu dali e foi para outro lugar, eu bufei nervoso, e sentei para tentar afastar os pensamentos de tudo o que ela me disse, nada saía da minha cabeça, por quê? Por quê meu Deus eu estou dando tanta bola para uma mulher que eu mal conheço, chega disso! Tentava enfiar isso na minha cabeça o tempo todo mas, não adiantava, as palavras dela não saíam da minha cabeça...e ela também não.
Olha, vou contar um segredo, por mas que eu tentasse, não conseguia parar de olhar pra ela, ela tinha me deixado encantado, o que era raro para um cara como eu mas, eu não gosto dela, não mesmo, por dois fatores, primeiro ela é extremamente difícil e segundo eu não sou um desses caras que se apaixona
Ri do meu próprio pensamento, se apaixonar...nem sei o que é isso e não estava a fim de saber, tudo o que eu queria ela dominar aquela fera e eu iria conseguir, afinal, não me chamam de Zachary David Alexander Efron a toa, afinal eu sou o maior conquistador do mundo, acho que eu gosto de me gabar. O que mais me chamou atenção é que, sempre que eu olhava pra ela, ela retribuia, não entendo porque, e o que deixou ainda mais curioso é que, ela estava olhando fixamente para a vista, e também segurava aquele broche que eu consegui recuperar da maleta que caiu no mar, também não sabia porque...bom de qualquer maneira, estava feliz por ter feito uma boa ação, isso era uma das poucas coisas que eu fazia. Voltei a olhar para a vista também mas, sempre arrumava um jeito de olhar para ela. Passado mais algumas horas de viagem, resolvi olhar para ela de novo, e não fiquei muito surpreso, quando ainda a vi olhando para a vista, resolvi ir até lá e perguntar o que estava acontecendo....mas, eu pensei bem, pensei bem, e pensei mais um pouco...ótima idéia...que ótima idéia, fui até lá, parei do lado dela e...mesmo assim, ela não olhou para mim.
"Linda vista não?". Perguntei, ela olhou pra mim com uma cara de reprovação
"Eu ou a vista mesmo". Ela disse e eu sorri
"As duas. Ela me olhou de novo, dessa vez com cara de confusa. Quer dizer, desculpa não queria dizer isso, é...". Percebi que era melhor eu ficar calado, porque se eu continuasse, iria vir uma chuva de patada. Aquele silêncio já estava me perturbando, fazia mais de 5 minutos que estávamos assim. Eu queria saber o que estava acontecendo.
"No que você está pensando?"
"Que te importa?"
"Se eu não me importasse, não estaria perguntando". E resposta pegou ela de surpresa...e eu também fiquei surpreso, nunca pensei que fosse dizer isso, ela deu um suspiro e disse:
"Estou apenas aqui pra ver a água, sentir o mar...assim eu me sinto um pouco mais perto dos Estados Unidos". Enquanto ela falava fiquei observando atentamente, então ela é americana? Pensei que fosse italiana, bom está explicado porque ela é tão atraente....não estava prestando atenção em nenhuma palavra que ela dizia, apenas olhando e pensando.
"Zac...ZACHARY!!"
"Oi...oi..."
"Você me pergunta o que está acontecendo e depois não presta atenção!"
"Me desculpa, tá legal, é dificil me concentrar com você assim".
"Assim como?"
"Vestida assim". Ela olhou para baixo e viu que seu decote estava à mostra e que ela estava com uma micro saia
"Vindo de caras como você, não é surpresa você dizer isso".
"Como assim? Caras como eu?".
"Você jura que não sabe?. Assenti mesmo sabendo. Bom, então você deveria aprender a mentir melhor".
"Tudo bem...eu sei que tipo de cara sou eu mas, talvez eu possa mudar". Disse com um sorriso
"Acho meio impossível".
"Por quê?"
"Porque, caras como você nunca mudam." Um silêncio se abateu entre nós...de novo, por que ela acha que eu não posso mudar? Por quê? Eu iria mostra pra ela que estava errada, eu iria provar que não era verdade.
"Você quer apostar?"
"Pra que, se eu já sei que você vai perder". Falou com desdém
"Não grite vitória antes da hora, falei sério. Você não sabe o que está por vir."
"Sei, sim...e posso te garantir que você vai perder."
"Como é que sabe?"
"Eu já disse, caras como você não mudam nunca". Ela disse irritada
"Você nem me conhece!, eu exclamei, e aquela frase a fez calar a boca e, ela não disse mais nada, acho que eu havia pegado pesado ou falado alguma coisa que ela não gostou, pensei em pedir desculpas...e assim o fiz. Olha...me desculpa eu não...."
"Tá certo, eu não te conheço, ela me interrompeu. Mas conheço muito bem sua personalidade, você tem tudo o que quer, você tem fama, dinheiro, fãs que te amam, quer dizer, amam ter você, não precisa de mais nada, nem dessa aposta idiota, eu sei que você vai perder."
Depois daquilo, eu fiquei calado, não por medo mas sim porque ela tinha razão, eu sabia que ia perder, não sou de aço, não consigo ficar sem pelo menos umas três encima de mim, só que eu queria mostra para ela que estava errada, que eu não sou assim tão, "pegador", eu sei ser uma pessoa comum também.
"Olha - só queria que você soubesse que eu não sou, tanto quanto você pensa, eu quero essa aposta e você pode escrever: eu não vou perder".
"Haha, quero só ver."
"É sério...você não acredita não é?"
"Não mesmo, e nem quero acreditar, ok, já tive peoblemas demias por hoje, não quero mais um no meu caminho." ela saiu dali e foi para outro lugar, eu bufei nervoso, e sentei para tentar afastar os pensamentos de tudo o que ela me disse, nada saía da minha cabeça, por quê? Por quê meu Deus eu estou dando tanta bola para uma mulher que eu mal conheço, chega disso! Tentava enfiar isso na minha cabeça o tempo todo mas, não adiantava, as palavras dela não saíam da minha cabeça...e ela também não.
Monday, January 2, 2017
Capítulo Seis
Por Vanessa
Eu já estava no navio a essa altura, super ansiosa mas, tinha um cara me olhando com uma cara de safado e eu particularmente não gosto dessas coisas, de verdade! Eu não gosto!, Não, não é que eu não gosto, eu odeio! Ele veio na minha direção, por um momento fiquei imóvel, e ele tentou pegar na minha cintura mas, eu o afastei a tempo, ainda bem...
"Não ouse encostar em mim"
"Ui, você é difícil, bom, eu amo desafios, primacialmente vindo de mulheres como você". Eu o olhei, confusa e comportamente brava, como ele ousa a falar comigo desse jeito.
"Olha eu estou cansada, cheia de coisas para fazer, e odeio caras como você". Fiz questão de ser direta
"Hummmmm, pela sua personalidade, você deve ser ótima na cama".
"Quem você pensa que é"?
"Jura que você não sabe"?
"Acho que pela minha cara, já demonstrei que não". Queria ser rápida, não conseguia aturar esses cara por muito tempo
"Bom, sou Zachary David Alexander Efron e, acho que até as européias sabem disso". Falou se gabando e eu o olhei espantada.
"Nossa"...
"Bom, agora que já sabe quem eu sou, não quer fazer alguma coisa"?. Ele deu um sorriso, e eu, não retribui, fiquei com a cara fechada.
"Não muito obrigada, tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar aqui com você"
"O que como alguém pode recusar a ficar comigo". Falou espantado
"Nem todo mundo quer ficar com você".
"A é? E como você sabe"?. Se aproximou mais e eu dei mais um passo para trás
"Ahhh, deixa eu ver...eu sou um exemplo!"
"Não por muito tempo". Ele susurrou
"O que"?
"Não nada, nada não...bom está de viagem"?
"O que você acha"?
"Nossa, quanta grosseria, é só uma pergunta".
"Bom, então vou responder sua pergunta...sim, sim eu estou de viagem".
"Para onde"?
"Acho que agora já demais não acha"?. Perguntei e ele sorriu de novo, por mas que eu tente negar, eu gostei do sorriso dele, é perfeito e...hã? O que! Que horror Vanessa Hudgens! Você, dando bola para um idiota desses...eu hein. Um silêncio perturbador se fez entre nós, não conseguíamos dizer nada, nem ele, muito menos eu. Até que ele decidiu dizer alguma coisa.
"Bom, então melhor se acomodar, porque já vamos partir não é"?
"Sim...acho que sim". Nem eu sabia o que estava dizendo
"Ótimo".
Então pegamos nossas malas e colocamos dentro do barco, ainda conpletamente em silêncio, depois fui até um outro canto do navio e decidi ficar sozinha, afinal, só éramos nós dois no barco, estavamos sozinhos....quer dizer, não mais, ele esteva no alto, vendo como o barco era pilotado, até que apareceu uma navio mesmo, um navio totalmente modernizado, com música alta, parecia até que estava tento uma festa, decidi ir lá para cima também, o observei e me aproximei.
"Parece que você está me seguindo, sinal que você está clamando para ficar comigo". Ele sorriu
"Você não tem mais nada para fazer do que irritar"?
Quando ele ia responder um cara, o cara do navio que tinha aparecido, ele começou a dizer e olhar para mim
"E aí...como é que vai o super fotógrafo Zac Efron e compania? Não respondemos. Vocês não acham que deveriam estar em um barco melhor, quer dizer, por serem famosos...inclusive você. Apontou o dedo para mim. Você devia estar nesse navio comigo, não merece um lixo como esse barco".
Então ele deu uma volta e nessa volta, o navio dele bateu em nosso barco, o que acabou fazendo com que ele virasse um pouco, tive que me segurar firme, que dizer nós tivemos, mas, infelizmente minha mala não se segurou tão firme assim, ela acabou caindo no mar...ahh maravilha, vou perder tudo, minhas roupas e....não...não! O broche da minha mãe! Eu não podia perder aquilo! Decidi ir pular só para recuperar a coisa mais importante da minha vida. Quando eu ia pular, uma mão na minha frente me impediu, era o...Zac mas, o quê ele iria fazer!
"Zac não"!. Falei tentando impedi-lo só que era tarde demais, ele já havia pulado, de camisa e tudo, eu estava assustada e ao mesmo tempo surpresa pela atitude dele, nunca pensei que ele pudesse fazer isso, eu não conseguia pensar em mais nada só naquele broche, era a única recordação que eu tinha da minha mãe, e tenho que admitir, eu estava preocupada com ele, o que é meio difícil porque, eu não gosto de caras como ele e eu conheci o cara hoje, não faz sentido, só que eu estava preocupada, sinceramente. Já haviam se passado 5 minutos desde que ele pulou, será que estava tudo bem? Será? Essa era a maior pergunta, assim que pensei que ele não iria voltar, eu vi sói ele ali, na superfície arfando, ele estava ali, bem ali, ele estava bem. Pedi para que o ajudasse a subir até o barco, assim que o fizemos ele disse:
"Olha, desculpa, eu não consegui pegar sua mala".
"Tudo bem, não importa". Eu disse triste mas, ele sorriu
"Mas, eu consegui recuperar isso". Mostrou o broche e eu sorri, quase que por impulso, eu dei um abraço nele, eu estava fechando minha mão para isso.
"Obrigada, isso era tudo o que importava dentro daquela mala!". Por um momento ficamos em silêncio, apenas nos olhando, não conseguíamos tirar os olhos uns dos outros, de repente o olhar dele foi para minha boca e eu podia sentir ele respirando dali, meu olhar tamtambém foi atraído para sua boca, estávamos fixos um no outro...pareciamos hipnotizados e de algum modo eu não conseguia tirar os olhos dele. Ficamos assim por longos e longos minutos, até que eu me recuperei e disse:
"Bom...memso assim...obrigada". Disse sem graça por conta do momento que acabamos de ter ali.
"Sem problemas". Ele disse sem graça também e foi para outro canto do barco, todo molhando mas, mesmo assim, não tirava o sorriso do rosto. Eu também havia ido para canto do barco, apenas para admirar a vista, estava contente e aliviada por ter recuperado a única lembrança que tenho da minha mãe, se eu perdesse isso...ia ficar completamente mal. Memso eu estando longe, ele trocava alguns olhares comigo, e eu o retribuia ainda sem graça, não sabia porque estava fazendo isso, afinal, sabia muito bem quais eram as intenções dele comigo.
Eu já estava no navio a essa altura, super ansiosa mas, tinha um cara me olhando com uma cara de safado e eu particularmente não gosto dessas coisas, de verdade! Eu não gosto!, Não, não é que eu não gosto, eu odeio! Ele veio na minha direção, por um momento fiquei imóvel, e ele tentou pegar na minha cintura mas, eu o afastei a tempo, ainda bem...
"Não ouse encostar em mim"
"Ui, você é difícil, bom, eu amo desafios, primacialmente vindo de mulheres como você". Eu o olhei, confusa e comportamente brava, como ele ousa a falar comigo desse jeito.
"Olha eu estou cansada, cheia de coisas para fazer, e odeio caras como você". Fiz questão de ser direta
"Hummmmm, pela sua personalidade, você deve ser ótima na cama".
"Quem você pensa que é"?
"Jura que você não sabe"?
"Acho que pela minha cara, já demonstrei que não". Queria ser rápida, não conseguia aturar esses cara por muito tempo
"Bom, sou Zachary David Alexander Efron e, acho que até as européias sabem disso". Falou se gabando e eu o olhei espantada.
"Nossa"...
"Bom, agora que já sabe quem eu sou, não quer fazer alguma coisa"?. Ele deu um sorriso, e eu, não retribui, fiquei com a cara fechada.
"Não muito obrigada, tenho coisas mais importantes para fazer do que ficar aqui com você"
"O que como alguém pode recusar a ficar comigo". Falou espantado
"Nem todo mundo quer ficar com você".
"A é? E como você sabe"?. Se aproximou mais e eu dei mais um passo para trás
"Ahhh, deixa eu ver...eu sou um exemplo!"
"Não por muito tempo". Ele susurrou
"O que"?
"Não nada, nada não...bom está de viagem"?
"O que você acha"?
"Nossa, quanta grosseria, é só uma pergunta".
"Bom, então vou responder sua pergunta...sim, sim eu estou de viagem".
"Para onde"?
"Acho que agora já demais não acha"?. Perguntei e ele sorriu de novo, por mas que eu tente negar, eu gostei do sorriso dele, é perfeito e...hã? O que! Que horror Vanessa Hudgens! Você, dando bola para um idiota desses...eu hein. Um silêncio perturbador se fez entre nós, não conseguíamos dizer nada, nem ele, muito menos eu. Até que ele decidiu dizer alguma coisa.
"Bom, então melhor se acomodar, porque já vamos partir não é"?
"Sim...acho que sim". Nem eu sabia o que estava dizendo
"Ótimo".
Então pegamos nossas malas e colocamos dentro do barco, ainda conpletamente em silêncio, depois fui até um outro canto do navio e decidi ficar sozinha, afinal, só éramos nós dois no barco, estavamos sozinhos....quer dizer, não mais, ele esteva no alto, vendo como o barco era pilotado, até que apareceu uma navio mesmo, um navio totalmente modernizado, com música alta, parecia até que estava tento uma festa, decidi ir lá para cima também, o observei e me aproximei.
"Parece que você está me seguindo, sinal que você está clamando para ficar comigo". Ele sorriu
"Você não tem mais nada para fazer do que irritar"?
Quando ele ia responder um cara, o cara do navio que tinha aparecido, ele começou a dizer e olhar para mim
"E aí...como é que vai o super fotógrafo Zac Efron e compania? Não respondemos. Vocês não acham que deveriam estar em um barco melhor, quer dizer, por serem famosos...inclusive você. Apontou o dedo para mim. Você devia estar nesse navio comigo, não merece um lixo como esse barco".
Então ele deu uma volta e nessa volta, o navio dele bateu em nosso barco, o que acabou fazendo com que ele virasse um pouco, tive que me segurar firme, que dizer nós tivemos, mas, infelizmente minha mala não se segurou tão firme assim, ela acabou caindo no mar...ahh maravilha, vou perder tudo, minhas roupas e....não...não! O broche da minha mãe! Eu não podia perder aquilo! Decidi ir pular só para recuperar a coisa mais importante da minha vida. Quando eu ia pular, uma mão na minha frente me impediu, era o...Zac mas, o quê ele iria fazer!
"Zac não"!. Falei tentando impedi-lo só que era tarde demais, ele já havia pulado, de camisa e tudo, eu estava assustada e ao mesmo tempo surpresa pela atitude dele, nunca pensei que ele pudesse fazer isso, eu não conseguia pensar em mais nada só naquele broche, era a única recordação que eu tinha da minha mãe, e tenho que admitir, eu estava preocupada com ele, o que é meio difícil porque, eu não gosto de caras como ele e eu conheci o cara hoje, não faz sentido, só que eu estava preocupada, sinceramente. Já haviam se passado 5 minutos desde que ele pulou, será que estava tudo bem? Será? Essa era a maior pergunta, assim que pensei que ele não iria voltar, eu vi sói ele ali, na superfície arfando, ele estava ali, bem ali, ele estava bem. Pedi para que o ajudasse a subir até o barco, assim que o fizemos ele disse:
"Olha, desculpa, eu não consegui pegar sua mala".
"Tudo bem, não importa". Eu disse triste mas, ele sorriu
"Mas, eu consegui recuperar isso". Mostrou o broche e eu sorri, quase que por impulso, eu dei um abraço nele, eu estava fechando minha mão para isso.
"Obrigada, isso era tudo o que importava dentro daquela mala!". Por um momento ficamos em silêncio, apenas nos olhando, não conseguíamos tirar os olhos uns dos outros, de repente o olhar dele foi para minha boca e eu podia sentir ele respirando dali, meu olhar tamtambém foi atraído para sua boca, estávamos fixos um no outro...pareciamos hipnotizados e de algum modo eu não conseguia tirar os olhos dele. Ficamos assim por longos e longos minutos, até que eu me recuperei e disse:
"Bom...memso assim...obrigada". Disse sem graça por conta do momento que acabamos de ter ali.
"Sem problemas". Ele disse sem graça também e foi para outro canto do barco, todo molhando mas, mesmo assim, não tirava o sorriso do rosto. Eu também havia ido para canto do barco, apenas para admirar a vista, estava contente e aliviada por ter recuperado a única lembrança que tenho da minha mãe, se eu perdesse isso...ia ficar completamente mal. Memso eu estando longe, ele trocava alguns olhares comigo, e eu o retribuia ainda sem graça, não sabia porque estava fazendo isso, afinal, sabia muito bem quais eram as intenções dele comigo.
Capítulo Cinco
Por Zachary. Continuação
Como ia dizendo, minha vida não podia estar melhor, em menos de cinco minutos eu já estava no avião, eu estava ansioso demais nem sei quantas vezes eu já disse isso, acho que é por estar levando um vida normal e isso é esquisito para mim. Bem ainda faltava alguns minutos para o voo, o que foi bom, porque assim eu podia aproveitar um pouco mais da vista dos Estados Unidos, já, que eu nem sei quando vou voltar...queria aproveitar ao máximo. Passado alguns minutos ainda olhando para aquela bela vista de Nova Iorque, eles anunciaram que o avião estava para decolar, o piloto sempre fala na maior calma tipo: "Atenção senhores passageiros, por favor coloquem seus cintos de segurança e se preparem para a decolagem, façam um bom proveito". É sempre assim na maior calma, as vezes é tão calmo que parece que ele medita toda hora, enfim depois de escutar a mesma frase de quando eu viajo sempre....passou uma aeromoça, que pelo amor de...Deus!! Ela era tão gostosa, que preferia pegar ela ao invés do lanche, meu Deus...já vi que essa viagem vai dar o que falar, assim que sai do "transe" com a aeromoça, voltei a olhar aquela maravilhosa vista de Nova Iorque, que seria praticamente: neve, apenas neve mas, eu prestei atenção em outras coisas também...quanta saudade que eu vou sentir daquela cidade, não foi exatamente onde eu cresci mas, foi um lugar onde passei as melhores e piores experiências da minha vida, isso eu não poderia negar, nunca. Só que eu tinha que pensar pelo lado bom (para mim) de estar indo embora: não vou mais precisar dar entrevistas o tempo todo, não vou mais ser alvo de câmeras, não vou mais ficar rodeado de gente que eu não conheço e principalmente, nem que fosss por um dia...eu iria ter um pouco de paz...o que já era difícil, porque nem em um dia eu conseguia.
Aquela altura, eu já estava...acho que uns dez mil metros longe do chão, não estava com medo, porque eu fazia isso quase sempre e também eu só aproveito a viagem para tentar descansar, já que na Itália eu vou ter que viajar de barco, o que com certeza me faria vomitar em menos de um minuto, peguei meu celular e coloquei meus fones de ouvido para tentar escutar um pouco de música e relaxar, coloquei uma música...antiga, tipo...muito antiga, sabe aquelas músicas de 1994, que acho que ninguém mais escuta...aqueles tempos em que nós éramos inocentes, então era esse tipo de música que eu estava ouvindo agora e sinceramente, ela me fez relaxar...me fez relaxar tanto que eu sentia que estava no paraíso, porque memso que fosse antiga, era uma música boa e as pessoas não dão valor, elas simplesmente esquecem, entende? Senti que tinha várias pessoas me olhando mas nem liguei, tudo o que eu queria era aproveitar...só que chegou a um certo ponto, no qual eu queria dormir, eu tentava controlar cada canto do meu corpo para que ele não fizesse isso, tentei e tentei só que...como sempre, eu fracassei e dormi, como se não ouvesse amanhã...e...bem...vocês não ficariam muitos surpresos se eu dissesse que tive o sonho outra vez...bem, não um sonho, o pesadelo, memso dos gritos, fãs, autógrafos...e
"Não!!!!". Eu gritei...
"Não...". Minha viz foi ficando mais calma e cada vez que eu tentava disfarçar, minha vergonha só aumentava, eu gritei dentro de um avião, e tinha um monte de pessoas olhando pra mim com uma cara de espanto! Pensando que tinha acontecido alguma coisa, e realmente aconteceu, mas não queria que soubessem, que um cara de 22 anos tinha pesadelos todas as noites, eu tenho uns medos meio estranhos, por exemplo eu tenho medo de filme se terror e de zumbis...eu sou um idota, guardei isso ok? Bom, tentei disfarçar a minha vergonha alheia dentro daquele avião, que parecia furacão de pessoas, que estavam mais apertadas do que no
metrô. Tentei ficar acordado ao máximo me esforçando para não cair no sono de novo...e foi assim que fiz, durante mais 8 horas de voo. Eu não dormi por 8 horas...o que vocês acham disso? Fiquei olhando para a janela do avião por horas, olhando as estrelas,q ue brilhavam como nunca no céu, fiquei lembrando da minha mãe, minha querida mãe, que eu amava tanto...e agora...se foi, senti uma lágrima escorrer do meu rosto, mas também dei um enorme sorriso, eu sorri porque sei que...onde quer que ela esteja, ela está muito orgulhosa de mim, eu tenho certeza.
Assim que o avião pousou, senti um alivio tão grande que tinha vontade de cantar mas não fiz isso...guardei essa idéia só para mim, já passei vergonha demais. Ali estava eu, no Sul da Itália, puxa que país bonito, nunca tinha visto uma coisa como aquela, nunca na vida, peguei meu celular e tirei uma foto, guardar de recordações, e fui andando como ainda não estava no porto. A cada passo que eu dava, era uma sensação nova, tudo era tão diferente, não era nada igual...nada. Estava encantado, tirei várias fotos e as vezes até me esbarrava com alguém por não ver aonde andava. Finalmente cheguei ao tal porto e já tinha uma pessoa me aguardando, até que o navio era bem moderno.
"É o senhor Efron . Pergutaram e eu assenti. Estávamos esperando por você". Acho que eu já sabia disso, ele me ajudou com as malas e a entrar no navio, quando eu entrei..parecia que eu ia infartar, eu vi uma mulher, uma morena, linda, muito linda, eu nunca tinha visto uma coisa igual em toda a minha vida, Meu Deus do Céu, como ela era gostosa, mais uma para a minha lista. Eu estava olhando fixamente para ela e por algum motivo...não conseguia parar de olhar.
Como ia dizendo, minha vida não podia estar melhor, em menos de cinco minutos eu já estava no avião, eu estava ansioso demais nem sei quantas vezes eu já disse isso, acho que é por estar levando um vida normal e isso é esquisito para mim. Bem ainda faltava alguns minutos para o voo, o que foi bom, porque assim eu podia aproveitar um pouco mais da vista dos Estados Unidos, já, que eu nem sei quando vou voltar...queria aproveitar ao máximo. Passado alguns minutos ainda olhando para aquela bela vista de Nova Iorque, eles anunciaram que o avião estava para decolar, o piloto sempre fala na maior calma tipo: "Atenção senhores passageiros, por favor coloquem seus cintos de segurança e se preparem para a decolagem, façam um bom proveito". É sempre assim na maior calma, as vezes é tão calmo que parece que ele medita toda hora, enfim depois de escutar a mesma frase de quando eu viajo sempre....passou uma aeromoça, que pelo amor de...Deus!! Ela era tão gostosa, que preferia pegar ela ao invés do lanche, meu Deus...já vi que essa viagem vai dar o que falar, assim que sai do "transe" com a aeromoça, voltei a olhar aquela maravilhosa vista de Nova Iorque, que seria praticamente: neve, apenas neve mas, eu prestei atenção em outras coisas também...quanta saudade que eu vou sentir daquela cidade, não foi exatamente onde eu cresci mas, foi um lugar onde passei as melhores e piores experiências da minha vida, isso eu não poderia negar, nunca. Só que eu tinha que pensar pelo lado bom (para mim) de estar indo embora: não vou mais precisar dar entrevistas o tempo todo, não vou mais ser alvo de câmeras, não vou mais ficar rodeado de gente que eu não conheço e principalmente, nem que fosss por um dia...eu iria ter um pouco de paz...o que já era difícil, porque nem em um dia eu conseguia.
Aquela altura, eu já estava...acho que uns dez mil metros longe do chão, não estava com medo, porque eu fazia isso quase sempre e também eu só aproveito a viagem para tentar descansar, já que na Itália eu vou ter que viajar de barco, o que com certeza me faria vomitar em menos de um minuto, peguei meu celular e coloquei meus fones de ouvido para tentar escutar um pouco de música e relaxar, coloquei uma música...antiga, tipo...muito antiga, sabe aquelas músicas de 1994, que acho que ninguém mais escuta...aqueles tempos em que nós éramos inocentes, então era esse tipo de música que eu estava ouvindo agora e sinceramente, ela me fez relaxar...me fez relaxar tanto que eu sentia que estava no paraíso, porque memso que fosse antiga, era uma música boa e as pessoas não dão valor, elas simplesmente esquecem, entende? Senti que tinha várias pessoas me olhando mas nem liguei, tudo o que eu queria era aproveitar...só que chegou a um certo ponto, no qual eu queria dormir, eu tentava controlar cada canto do meu corpo para que ele não fizesse isso, tentei e tentei só que...como sempre, eu fracassei e dormi, como se não ouvesse amanhã...e...bem...vocês não ficariam muitos surpresos se eu dissesse que tive o sonho outra vez...bem, não um sonho, o pesadelo, memso dos gritos, fãs, autógrafos...e
"Não!!!!". Eu gritei...
"Não...". Minha viz foi ficando mais calma e cada vez que eu tentava disfarçar, minha vergonha só aumentava, eu gritei dentro de um avião, e tinha um monte de pessoas olhando pra mim com uma cara de espanto! Pensando que tinha acontecido alguma coisa, e realmente aconteceu, mas não queria que soubessem, que um cara de 22 anos tinha pesadelos todas as noites, eu tenho uns medos meio estranhos, por exemplo eu tenho medo de filme se terror e de zumbis...eu sou um idota, guardei isso ok? Bom, tentei disfarçar a minha vergonha alheia dentro daquele avião, que parecia furacão de pessoas, que estavam mais apertadas do que no
metrô. Tentei ficar acordado ao máximo me esforçando para não cair no sono de novo...e foi assim que fiz, durante mais 8 horas de voo. Eu não dormi por 8 horas...o que vocês acham disso? Fiquei olhando para a janela do avião por horas, olhando as estrelas,q ue brilhavam como nunca no céu, fiquei lembrando da minha mãe, minha querida mãe, que eu amava tanto...e agora...se foi, senti uma lágrima escorrer do meu rosto, mas também dei um enorme sorriso, eu sorri porque sei que...onde quer que ela esteja, ela está muito orgulhosa de mim, eu tenho certeza.
Assim que o avião pousou, senti um alivio tão grande que tinha vontade de cantar mas não fiz isso...guardei essa idéia só para mim, já passei vergonha demais. Ali estava eu, no Sul da Itália, puxa que país bonito, nunca tinha visto uma coisa como aquela, nunca na vida, peguei meu celular e tirei uma foto, guardar de recordações, e fui andando como ainda não estava no porto. A cada passo que eu dava, era uma sensação nova, tudo era tão diferente, não era nada igual...nada. Estava encantado, tirei várias fotos e as vezes até me esbarrava com alguém por não ver aonde andava. Finalmente cheguei ao tal porto e já tinha uma pessoa me aguardando, até que o navio era bem moderno.
"É o senhor Efron . Pergutaram e eu assenti. Estávamos esperando por você". Acho que eu já sabia disso, ele me ajudou com as malas e a entrar no navio, quando eu entrei..parecia que eu ia infartar, eu vi uma mulher, uma morena, linda, muito linda, eu nunca tinha visto uma coisa igual em toda a minha vida, Meu Deus do Céu, como ela era gostosa, mais uma para a minha lista. Eu estava olhando fixamente para ela e por algum motivo...não conseguia parar de olhar.
Saturday, December 31, 2016
Capítulo Quatro
Por Zachary
Caraca...o que eu estou querendo da minha vida, acho que eu sei o que é...mulheres, naquele momento eu queria ficar com uma, pelo menos uma, eu não me exercito desde manhã, bom para mim isso se chama tortura, que engraçado a única coisa que eu não odeio nesse mundo de fama que cai ao meus pés, são as mulheres, minhas fãs clamando por atenção...atenção demais, só que agora eu estou tão cansado que são agora...três da tarde!!! Puxa, acho que dormi demais, eu não acho...tenho certeza. Eu estava louco para ir a Itália, pelo menos ia ter a chance de ser uma pessoa normal, sem ninguém para me seguir, finalmente! Mas também a única coisa que estou pensando são nas mulheres atraentes que podem existir lá, olha que podem ser muitas, aclamando por mim óbvio. Bom, seja o que for que acontecer, vou viver tranquilamente. Eu havia dito que tentaria ligar para o meu pai, só para agradecer o que ele havia me proporcionado, mas ele não atendia, peguei meu celular e tentei outra vez, mais oi menos um minuto de chamada e...ele atendeu, que milagre!!! Ele está sempre ocupado por conta do trabalho.
"Oi pai...como é que andam as coisas"?. Falei meio sem graça porque fazia um tempão que eu não via ele, estava com muita saudade.
"Oi meu filho, que saudade".
"Eu também pai...você não idéia". Falei dando um sorriso
"Ow...você sabe que não fui eu que quis assim". Sim eu sabia, não era culpa dele
"Sim sim eu sei pai....não é culpa sua"
"Bom, me perdoa por não ter atendido nem ligado de volta - ele deu um suspiro- estou cheio de trabalho aqui".
"Não se preocuoe pai...está tudo bem"- De repente surgiu ali, um silêncio perturbador, tão pertubador, que eu estava até suando e tremendo, tudo isso porque eu estou falando com o meu pai
"Soube que você vai para Itália, meus parabéns!!!". Eu não pude evitar um sorriso, pela peimeira vez naquele dia, eu tinha dado um sorriso de verdade tipo de orelha a orelha.
"Por isso eu liguei...eu queria te agradecer, por tudo pai por tudo"
"Você merece...depis de tudo o que você passou nessa vida, você merece muito ser livre - ele parou por um momento - mas, me prometa uma coisa, que você vai continuar fazendo o seu trabalho e que vai aproveitar sempre". A essa altura eu já estava chorando.
"Prometo pai...eu prometo, tudo por você".
"Ok, eu também já achava que estava na hora de você estar em um lugar cheio de paz...eu te amo...muito viu"?
"Eu também te amo pai". Eu estava soluçando tanto que quase me impediam de falar
"Esse é meu garoto que sempre foi o campeão no basebol". Sorri entre lágrimas.
"Quer dizer que eu ainda sou seu garoto"?
"Você é e sempre vai ser o meu garoto". Sorri mais ainda, e chorando muito também.
"Eu te amo"
"Eu também te amo filho, não se esqueça, qaulquer cousa que precisar pode me ligar"
"Ok". Desligamos e eu me joguei na cama, com um sorriso de bobo no rosto, porque eu havia falado com meu pai, meu pai, aue eu não via desde o Natal, meu pai, que foi embora, meu pai, meu pai falou comigo e isso já é o suficiente mesmo que ele não possa estar aqui.
Finalmente eu iria até lá, Itália o lugar em que não parei de pensar desde a hora em que sai do trabalho, comecei a fazer as malas, peguei roupas, e tudo o que eu precisava, também peguei uma coisa que eu amava muito que era muito especial para mim, uam foto de minha mãe, minha mãe de olhos castanhos lindos. Minha mãe que, a dois anos...se foi. Guardei ela na manga da minha camisa, nunca me esqueceria dela ali. Desci com mala e óculos escuros, havia mais gente, eu nem liguei muito, eu estava feliz e ningueme muito menos paparazzi e fotos iriam estragar essa felicidade, encontrei meu motorista, ele estava acenando para mim, demorei um pouco para chegar até o carro porque as pessoas pediam para eu dar autógrafos, tirar fotos, etc, digamos que demorou 45 minutos até acabar tudo. Quando eu cheguei no carro, nunca havia sentindo um alívio tão grande na minba vida, nossa era como se eu estivesse em um vulcão e conseguis sair...porque apesar de tudo, eu também estava suando.
"Finalmente vai acabar senhor". Ele disse com um sorriso
"É...finalmente, próxima parada, Itália!!! Gritei em meio a felicidade e acenei para as pessoas do outro lado di vidro do carro, e saímos em direção ao aeroporto. Chegamos lá, e quase tive um treco, tinha mais paparazzi, eu tinha vontade de chorar...mas de decepção, enfim, dei a eles o que queriam, tirei fotos dei entrevistas, fiz tudo, me destruiu completamente, sentei o banco e foi a última chamada para Nápoles na Itália, era o meu voo, caraca eu estava tão ansioso que meu coração batis tão forte que eu tinha medo de alguém escutá-lo, dei minhas passagens e...embarquei, a partir dali me senti como uma pessoa normal, comun, uma pessoa que vai ao shopping faz compras, come cachorro quente pela rua, sem se importar com nada isso era o incrível, minha vida não podia estar melhor. Não podia estar melhor.
Caraca...o que eu estou querendo da minha vida, acho que eu sei o que é...mulheres, naquele momento eu queria ficar com uma, pelo menos uma, eu não me exercito desde manhã, bom para mim isso se chama tortura, que engraçado a única coisa que eu não odeio nesse mundo de fama que cai ao meus pés, são as mulheres, minhas fãs clamando por atenção...atenção demais, só que agora eu estou tão cansado que são agora...três da tarde!!! Puxa, acho que dormi demais, eu não acho...tenho certeza. Eu estava louco para ir a Itália, pelo menos ia ter a chance de ser uma pessoa normal, sem ninguém para me seguir, finalmente! Mas também a única coisa que estou pensando são nas mulheres atraentes que podem existir lá, olha que podem ser muitas, aclamando por mim óbvio. Bom, seja o que for que acontecer, vou viver tranquilamente. Eu havia dito que tentaria ligar para o meu pai, só para agradecer o que ele havia me proporcionado, mas ele não atendia, peguei meu celular e tentei outra vez, mais oi menos um minuto de chamada e...ele atendeu, que milagre!!! Ele está sempre ocupado por conta do trabalho.
"Oi pai...como é que andam as coisas"?. Falei meio sem graça porque fazia um tempão que eu não via ele, estava com muita saudade.
"Oi meu filho, que saudade".
"Eu também pai...você não idéia". Falei dando um sorriso
"Ow...você sabe que não fui eu que quis assim". Sim eu sabia, não era culpa dele
"Sim sim eu sei pai....não é culpa sua"
"Bom, me perdoa por não ter atendido nem ligado de volta - ele deu um suspiro- estou cheio de trabalho aqui".
"Não se preocuoe pai...está tudo bem"- De repente surgiu ali, um silêncio perturbador, tão pertubador, que eu estava até suando e tremendo, tudo isso porque eu estou falando com o meu pai
"Soube que você vai para Itália, meus parabéns!!!". Eu não pude evitar um sorriso, pela peimeira vez naquele dia, eu tinha dado um sorriso de verdade tipo de orelha a orelha.
"Por isso eu liguei...eu queria te agradecer, por tudo pai por tudo"
"Você merece...depis de tudo o que você passou nessa vida, você merece muito ser livre - ele parou por um momento - mas, me prometa uma coisa, que você vai continuar fazendo o seu trabalho e que vai aproveitar sempre". A essa altura eu já estava chorando.
"Prometo pai...eu prometo, tudo por você".
"Ok, eu também já achava que estava na hora de você estar em um lugar cheio de paz...eu te amo...muito viu"?
"Eu também te amo pai". Eu estava soluçando tanto que quase me impediam de falar
"Esse é meu garoto que sempre foi o campeão no basebol". Sorri entre lágrimas.
"Quer dizer que eu ainda sou seu garoto"?
"Você é e sempre vai ser o meu garoto". Sorri mais ainda, e chorando muito também.
"Eu te amo"
"Eu também te amo filho, não se esqueça, qaulquer cousa que precisar pode me ligar"
"Ok". Desligamos e eu me joguei na cama, com um sorriso de bobo no rosto, porque eu havia falado com meu pai, meu pai, aue eu não via desde o Natal, meu pai, que foi embora, meu pai, meu pai falou comigo e isso já é o suficiente mesmo que ele não possa estar aqui.
Finalmente eu iria até lá, Itália o lugar em que não parei de pensar desde a hora em que sai do trabalho, comecei a fazer as malas, peguei roupas, e tudo o que eu precisava, também peguei uma coisa que eu amava muito que era muito especial para mim, uam foto de minha mãe, minha mãe de olhos castanhos lindos. Minha mãe que, a dois anos...se foi. Guardei ela na manga da minha camisa, nunca me esqueceria dela ali. Desci com mala e óculos escuros, havia mais gente, eu nem liguei muito, eu estava feliz e ningueme muito menos paparazzi e fotos iriam estragar essa felicidade, encontrei meu motorista, ele estava acenando para mim, demorei um pouco para chegar até o carro porque as pessoas pediam para eu dar autógrafos, tirar fotos, etc, digamos que demorou 45 minutos até acabar tudo. Quando eu cheguei no carro, nunca havia sentindo um alívio tão grande na minba vida, nossa era como se eu estivesse em um vulcão e conseguis sair...porque apesar de tudo, eu também estava suando.
"Finalmente vai acabar senhor". Ele disse com um sorriso
"É...finalmente, próxima parada, Itália!!! Gritei em meio a felicidade e acenei para as pessoas do outro lado di vidro do carro, e saímos em direção ao aeroporto. Chegamos lá, e quase tive um treco, tinha mais paparazzi, eu tinha vontade de chorar...mas de decepção, enfim, dei a eles o que queriam, tirei fotos dei entrevistas, fiz tudo, me destruiu completamente, sentei o banco e foi a última chamada para Nápoles na Itália, era o meu voo, caraca eu estava tão ansioso que meu coração batis tão forte que eu tinha medo de alguém escutá-lo, dei minhas passagens e...embarquei, a partir dali me senti como uma pessoa normal, comun, uma pessoa que vai ao shopping faz compras, come cachorro quente pela rua, sem se importar com nada isso era o incrível, minha vida não podia estar melhor. Não podia estar melhor.
Capítulo Três
Por Vanessa
Aqui estou eu, no Sul da Itália, posso garantir que é o melhor lugar para se viver, aqui eu sou uma pessoa normal, sem ter paparazzi me seguindo 24 horas por uma câmera, eu estou muito bem, estou morando, em uma país que é cercado pelo mar, é cercado por praias, e o melhor, tinha um ar diferente dos Estados Unidos, aqui é tudo muito quieto e as pessoas são mais educadas, eu continuo fazendo o meu trabalho, eu sigo fotografando, desde o dia em que vim morar aqui, sou fotografa mas, eu quis vir pra cá, só para ter um pouco de paz. Estou na minha casa, minha casa, bem grande, terminando de almoçar para começar o trabalho, iria fazer um seção se fotos, fotografar modelos, esse é meu trabalho, ainda mais na Itália, o melhor lugar do mundo. Terminei de almoçar e fui direto para o meu quarto, enorme e muito bem decorado, minha vida não podia estar melhor...só que eu admito, eu sinto muita falta do meu país, lá tinha coisas que aqui não pode proporcionar, só que pelo menos aqui encontro um pouco de paz. Eu estava deitada na cama sem nada para fazer, até que as modelos chegassem, estava pensando na vida, na minha vida, como estava muito melhor agora, em meio em meus pensamentos, minha empregada, já havia perguntado a mais de meia hora, se estava tudo bem
"Senhorita, está tudo bem"?. Foi ai que eu ouvi
"Sim, tá tudo bem... Não quis continuar, só que ao invés disse, eu de um longo suspiro
"Você sabe que se acontecer alguma coisa, pode contar comigo". Sorri
"Obrigada, olha, se bem que tem um coisa que eu preciso contar..."
"É sobre viver aqui"?. Ela me interrompeu, e eu apenas assenti, afinal, ela estava certa, como sempre
"Sim, é sobre estar aqui..."
"Sente falta do seu país"?
"Sinto e muita...dos meus amigos, da minha antiga casa, de tudo...". Parei, por um minuto, eu ia dizer da minha família mas...esquece.
"Entendo seus sentimentos, mas, pense bem, aqui você tem paz, você continua o seu trabalho, você aqui é livre, sem um monte de paparazzi te seguindo 24 horas com um câmera na mão." A olhei surpresa, não surpresa por ela ter me dito tudo aquilo, estava surpresa, como ela podia saber de tudo isso, ela estava sempre certa, por isso sempre pedia conselhos a ela.
"Sim, nem eu mesmo sei porque sinto falta de lá"
"Eu sei...porque lá é a sua casa, você nasceu ali...ninguém pode simplesmente vir morar em outro país e se esquecer conpletamente do que viveu em sua casa". A olhei surpresa...de novo, ela estava sempre certa e não me canso de dizer isso...não importa o dia o momento, nada, ela sempre vai te dar o conselho mais valioso dessse mundo.
"Como sempre...você tem razão". Sorri
"Que nada...isso são anos de experiência...". Ela parou e eu estava triste, meu rosto não esboçava reação, isso é o que mais me perturba.
"E também...sei que a Senhora não quer falar sobre isso...por issl estou aqui...se precisar de alguma coisa é só chamar, ok?". Apenas assenti e ela saiu, minha cabeça estava no mundo da lua, não conseguia pensar em nada, até esqueci que tinha trabalho para fazer...isso semrpe acontece...tudo por culpa de um passado que não pode ser mudado...infelizmente, bem, tentei relaxar e esquecer um pouco disso, não queria que meu trabalho saísse mal...queria que ele saísse perfeito. Assim que senti que minha cabeça estava um pouco mais leve, pude perceber que eu estava mais tranquila também que eu havia me esquecido daquilo...não completamente, maz havia esquecido...a empregada apareceu outra vez, mas, só para me avisar que as modelos já haviam chegado.
"Ótimo". Eu disse
"Vamos começar Vanessa Hudgens". Disse confiante e fui com tudo.
Chegando lá pude ver algumas modelos bem bonitas...que por sinal era isso o que eu precisava...bom, tudo mundo me chama de Senhora, menos minhas amigas e pessoas mais próximas, mas, eu soo tenho vinte e dois anos, e me considero muito bonita, e eu sou muito magra, de verdade.
"Benvindas...suponho que vocês já estam asiosas para começar não e"?. Elas assentiram
"Bem então vamos porque eu não tenho muito tempo hoje ok"?. Elas assentiram outra vez e foram se preparar, montei minhas coisas que por sinal parecia um estúdio, só que um estúdio ao ar livre, uma linda paisagem, sério. Comecei a tirar as fotos, as primeiras ia ser de biquíni, até porque, estamos no local perfeito para isso, tudo estava indo bem, até que...eu senti uma dor de cabeça...tão forte que só podia ser...Não, não, de novo não, isso já estava atrapalhando, estava tudo tão bem, por que foi começar isso? Tentei olhar para baixo, balançar a cabeça, colocar a mão...mas, nada adiantava, elas viram que havia algo de errado comigo até perguntaram:
"Está tudo bem"?
"Sim...tá tudo bem". Mesmo assim ela ainda me olhava preocupada, dei um sorriso, para tentar aliviar, só que não ajudava. Pecebi que havia passado...um pouco, comecei outta vez, só que melhor, de repente, lá vem ela outra vez, estava doendo tanto que eu pensei que ia explodir e se espalhar por aí.
"Está tudo bem"? Elas perguntaram de novo...para que esconder, se elas podem me ajudar?
"Não, não está tudo bem...pode pegar um copo de água oara mim por favor"?
Ela assentiu sem nenhum incômodo
"A cozinha é, depois que você entrar a próxima esquerda". Ela assentiu e foi buscar, me sentei em um banco que havia aqui fora e...todas estavam me olhando, provavelmente achando que eu tinha algum problema de saúde, mas não era uma dor de cabeça muito forte, por conta de lembranças horríveis, tão horríveis que eu galar sobre isso....só vai doer mais. Ela chegou com o copo d'água, mais depressa dp que um carro de fórmula um.
"Obrigada". Eu disse
"De nada". Ela falou sorrindo e eu sorri também
"Olha meninas me desculpem por isso...será que nós podemos continuar outros dia, hoje minha cabeça não está muito boa, tem algum problema"?
"Não, fique tranquila". Uma das modelos disse e ei fiquei aliviada e dei um suspiro
"Não queriam que vocês passassem por isso...sinto muito"
"Não há problema, voltaremos logo". Então arrumamos todas as coisas e logo depois elas foram embora. Voltei oara casa e a empregada estava me esperando
"Trabalho duro não"?
"Sim, muito duro"...disse suspirando
"Por sorte...chegou isso aqui para você". Ela falou me mostrando uma carta, era da Ashley, minha melhor amiga, porque será que ela me mandou isso? "Com licença vou te deixar sozinha".
"Obrigada". Ela sorriu e saiu, estava ansiosa, abri tirei do envelope e comecei a ler.
"Querida Vanessa, sei que este período na sua vuda não está sendo fácil, nem tente negar, eu sei que não está sendo. Bom você sempre foi uma pessoa muito talentosa sempre mereceu todo o apoio do mundo mas, infelizmente sabemos que não foi assim. Você saiu dos Estados Unidos, para ser uma pessoa livre, sem paparazzi...nada, mas, nem nesse canto que você está, você não está sendo livre, você só vai ser livre...se abandonar sua carreira, sei que isso é um absurdonde se dizee mas, é a verdade. Por isso, achei que já estava na hora, eu tenho uma casa aie parece mais um hotel, mas é só minha casa, é grande o suficiente, então queria saber se você....não quer vir morar comigo, fica aqui no Sul da Itália mas em um lugar diferente ok? Se você vier vai ser o melhor presente da minha vida. Com amor Ashley".
Oi? Ela estava mesmo dizendo isso, é sério uau eu nunca havia visto um coisa assim, ela havia pedido para desistir da minha carreira, só assim, eu poderia ser livre, eu não gostei da idéia mas, ela estava certa, ela era minha melhor amiga desde pequena, fazíamos tudo juntos, ela sempre comigo e eu sempre com ela. Agora ela estava na Itália pedindo para morar com ela...isso ia ser um sonho eu com a minha melhor amiga de novo, claro que eu aceito ir morar com ela, e ser uma pessoa livre a partir de agora. Peguei o celular e liguei para ela contando que eu iria...ela também quase explodiu de felicidade, já sabia onde tinha que chegar, ela disse que ia ter alguém me esperando quando chegasse. Contei tudo a minha empregada, que também ficou feliz, mas ela perguntou
"E a sua casa, o que vai fazer com ela"?. Pensei bem, pensei bem mesmo, e enfim disse.
"Essa casa agora é sua. Ela me olhou assustada. Essa casa agora é sua e pode fazer o que quider com ela"
"Mas senhorita, você não pode fazer isso"
"Possi sim, eu devo praticamente tudo a você, que sempre me deu os melhores conselhos do mundo, você merece isso e muito mais". Ela me deu um abraço em meio a lágrimas e depois se soltou sem graça
"Eu nem sei o que dizer".
"Que tal um sim"?
"Boa idéia, sim eu quero ficar com esta casa". Falou sorrindo
"Que bom! Então ela é toda sua e qualquer coisa que você precisar me avise e conte comigo"
"Você também...viu"?
"Pode deixar". Demos mais um abraço e eu fui para o meu quarto arrumar as malas, peguei roupas, masi roupas e mais roupas, sapatos e por fim...uma coisa que eu guardei durante anos, um broche que minha mãe me deu quando eu era pequena, minha mãe não está mais comigo mas, eu aunda tinha aquilo para me lembrar dela, terminei de arrumar a mala e passei as mãos pelas coisas, pensando em como iria sentir falta. Voltei a sala e me despedi pela última vez da minha empregada
"Tome cuidado querida"
"Pode deixar". Outro abraço foi conpartilhado e sai, peguei o carro e fui até o porto, onde iriam me levar de navio até a casa da Ashley. Isso ai, aqui estou eu...em busca de uma nova vida.
Aqui estou eu, no Sul da Itália, posso garantir que é o melhor lugar para se viver, aqui eu sou uma pessoa normal, sem ter paparazzi me seguindo 24 horas por uma câmera, eu estou muito bem, estou morando, em uma país que é cercado pelo mar, é cercado por praias, e o melhor, tinha um ar diferente dos Estados Unidos, aqui é tudo muito quieto e as pessoas são mais educadas, eu continuo fazendo o meu trabalho, eu sigo fotografando, desde o dia em que vim morar aqui, sou fotografa mas, eu quis vir pra cá, só para ter um pouco de paz. Estou na minha casa, minha casa, bem grande, terminando de almoçar para começar o trabalho, iria fazer um seção se fotos, fotografar modelos, esse é meu trabalho, ainda mais na Itália, o melhor lugar do mundo. Terminei de almoçar e fui direto para o meu quarto, enorme e muito bem decorado, minha vida não podia estar melhor...só que eu admito, eu sinto muita falta do meu país, lá tinha coisas que aqui não pode proporcionar, só que pelo menos aqui encontro um pouco de paz. Eu estava deitada na cama sem nada para fazer, até que as modelos chegassem, estava pensando na vida, na minha vida, como estava muito melhor agora, em meio em meus pensamentos, minha empregada, já havia perguntado a mais de meia hora, se estava tudo bem
"Senhorita, está tudo bem"?. Foi ai que eu ouvi
"Sim, tá tudo bem... Não quis continuar, só que ao invés disse, eu de um longo suspiro
"Você sabe que se acontecer alguma coisa, pode contar comigo". Sorri
"Obrigada, olha, se bem que tem um coisa que eu preciso contar..."
"É sobre viver aqui"?. Ela me interrompeu, e eu apenas assenti, afinal, ela estava certa, como sempre
"Sim, é sobre estar aqui..."
"Sente falta do seu país"?
"Sinto e muita...dos meus amigos, da minha antiga casa, de tudo...". Parei, por um minuto, eu ia dizer da minha família mas...esquece.
"Entendo seus sentimentos, mas, pense bem, aqui você tem paz, você continua o seu trabalho, você aqui é livre, sem um monte de paparazzi te seguindo 24 horas com um câmera na mão." A olhei surpresa, não surpresa por ela ter me dito tudo aquilo, estava surpresa, como ela podia saber de tudo isso, ela estava sempre certa, por isso sempre pedia conselhos a ela.
"Sim, nem eu mesmo sei porque sinto falta de lá"
"Eu sei...porque lá é a sua casa, você nasceu ali...ninguém pode simplesmente vir morar em outro país e se esquecer conpletamente do que viveu em sua casa". A olhei surpresa...de novo, ela estava sempre certa e não me canso de dizer isso...não importa o dia o momento, nada, ela sempre vai te dar o conselho mais valioso dessse mundo.
"Como sempre...você tem razão". Sorri
"Que nada...isso são anos de experiência...". Ela parou e eu estava triste, meu rosto não esboçava reação, isso é o que mais me perturba.
"E também...sei que a Senhora não quer falar sobre isso...por issl estou aqui...se precisar de alguma coisa é só chamar, ok?". Apenas assenti e ela saiu, minha cabeça estava no mundo da lua, não conseguia pensar em nada, até esqueci que tinha trabalho para fazer...isso semrpe acontece...tudo por culpa de um passado que não pode ser mudado...infelizmente, bem, tentei relaxar e esquecer um pouco disso, não queria que meu trabalho saísse mal...queria que ele saísse perfeito. Assim que senti que minha cabeça estava um pouco mais leve, pude perceber que eu estava mais tranquila também que eu havia me esquecido daquilo...não completamente, maz havia esquecido...a empregada apareceu outra vez, mas, só para me avisar que as modelos já haviam chegado.
"Ótimo". Eu disse
"Vamos começar Vanessa Hudgens". Disse confiante e fui com tudo.
Chegando lá pude ver algumas modelos bem bonitas...que por sinal era isso o que eu precisava...bom, tudo mundo me chama de Senhora, menos minhas amigas e pessoas mais próximas, mas, eu soo tenho vinte e dois anos, e me considero muito bonita, e eu sou muito magra, de verdade.
"Benvindas...suponho que vocês já estam asiosas para começar não e"?. Elas assentiram
"Bem então vamos porque eu não tenho muito tempo hoje ok"?. Elas assentiram outra vez e foram se preparar, montei minhas coisas que por sinal parecia um estúdio, só que um estúdio ao ar livre, uma linda paisagem, sério. Comecei a tirar as fotos, as primeiras ia ser de biquíni, até porque, estamos no local perfeito para isso, tudo estava indo bem, até que...eu senti uma dor de cabeça...tão forte que só podia ser...Não, não, de novo não, isso já estava atrapalhando, estava tudo tão bem, por que foi começar isso? Tentei olhar para baixo, balançar a cabeça, colocar a mão...mas, nada adiantava, elas viram que havia algo de errado comigo até perguntaram:
"Está tudo bem"?
"Sim...tá tudo bem". Mesmo assim ela ainda me olhava preocupada, dei um sorriso, para tentar aliviar, só que não ajudava. Pecebi que havia passado...um pouco, comecei outta vez, só que melhor, de repente, lá vem ela outra vez, estava doendo tanto que eu pensei que ia explodir e se espalhar por aí.
"Está tudo bem"? Elas perguntaram de novo...para que esconder, se elas podem me ajudar?
"Não, não está tudo bem...pode pegar um copo de água oara mim por favor"?
Ela assentiu sem nenhum incômodo
"A cozinha é, depois que você entrar a próxima esquerda". Ela assentiu e foi buscar, me sentei em um banco que havia aqui fora e...todas estavam me olhando, provavelmente achando que eu tinha algum problema de saúde, mas não era uma dor de cabeça muito forte, por conta de lembranças horríveis, tão horríveis que eu galar sobre isso....só vai doer mais. Ela chegou com o copo d'água, mais depressa dp que um carro de fórmula um.
"Obrigada". Eu disse
"De nada". Ela falou sorrindo e eu sorri também
"Olha meninas me desculpem por isso...será que nós podemos continuar outros dia, hoje minha cabeça não está muito boa, tem algum problema"?
"Não, fique tranquila". Uma das modelos disse e ei fiquei aliviada e dei um suspiro
"Não queriam que vocês passassem por isso...sinto muito"
"Não há problema, voltaremos logo". Então arrumamos todas as coisas e logo depois elas foram embora. Voltei oara casa e a empregada estava me esperando
"Trabalho duro não"?
"Sim, muito duro"...disse suspirando
"Por sorte...chegou isso aqui para você". Ela falou me mostrando uma carta, era da Ashley, minha melhor amiga, porque será que ela me mandou isso? "Com licença vou te deixar sozinha".
"Obrigada". Ela sorriu e saiu, estava ansiosa, abri tirei do envelope e comecei a ler.
"Querida Vanessa, sei que este período na sua vuda não está sendo fácil, nem tente negar, eu sei que não está sendo. Bom você sempre foi uma pessoa muito talentosa sempre mereceu todo o apoio do mundo mas, infelizmente sabemos que não foi assim. Você saiu dos Estados Unidos, para ser uma pessoa livre, sem paparazzi...nada, mas, nem nesse canto que você está, você não está sendo livre, você só vai ser livre...se abandonar sua carreira, sei que isso é um absurdonde se dizee mas, é a verdade. Por isso, achei que já estava na hora, eu tenho uma casa aie parece mais um hotel, mas é só minha casa, é grande o suficiente, então queria saber se você....não quer vir morar comigo, fica aqui no Sul da Itália mas em um lugar diferente ok? Se você vier vai ser o melhor presente da minha vida. Com amor Ashley".
Oi? Ela estava mesmo dizendo isso, é sério uau eu nunca havia visto um coisa assim, ela havia pedido para desistir da minha carreira, só assim, eu poderia ser livre, eu não gostei da idéia mas, ela estava certa, ela era minha melhor amiga desde pequena, fazíamos tudo juntos, ela sempre comigo e eu sempre com ela. Agora ela estava na Itália pedindo para morar com ela...isso ia ser um sonho eu com a minha melhor amiga de novo, claro que eu aceito ir morar com ela, e ser uma pessoa livre a partir de agora. Peguei o celular e liguei para ela contando que eu iria...ela também quase explodiu de felicidade, já sabia onde tinha que chegar, ela disse que ia ter alguém me esperando quando chegasse. Contei tudo a minha empregada, que também ficou feliz, mas ela perguntou
"E a sua casa, o que vai fazer com ela"?. Pensei bem, pensei bem mesmo, e enfim disse.
"Essa casa agora é sua. Ela me olhou assustada. Essa casa agora é sua e pode fazer o que quider com ela"
"Mas senhorita, você não pode fazer isso"
"Possi sim, eu devo praticamente tudo a você, que sempre me deu os melhores conselhos do mundo, você merece isso e muito mais". Ela me deu um abraço em meio a lágrimas e depois se soltou sem graça
"Eu nem sei o que dizer".
"Que tal um sim"?
"Boa idéia, sim eu quero ficar com esta casa". Falou sorrindo
"Que bom! Então ela é toda sua e qualquer coisa que você precisar me avise e conte comigo"
"Você também...viu"?
"Pode deixar". Demos mais um abraço e eu fui para o meu quarto arrumar as malas, peguei roupas, masi roupas e mais roupas, sapatos e por fim...uma coisa que eu guardei durante anos, um broche que minha mãe me deu quando eu era pequena, minha mãe não está mais comigo mas, eu aunda tinha aquilo para me lembrar dela, terminei de arrumar a mala e passei as mãos pelas coisas, pensando em como iria sentir falta. Voltei a sala e me despedi pela última vez da minha empregada
"Tome cuidado querida"
"Pode deixar". Outro abraço foi conpartilhado e sai, peguei o carro e fui até o porto, onde iriam me levar de navio até a casa da Ashley. Isso ai, aqui estou eu...em busca de uma nova vida.
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